Película automotiva: o que pode e o que não pode?

Ela já foi proibida, atualmente está liberada, mas sempre foi alvo de muita polêmica. Desde 1998, a resolução 73/98 D.O.U. 20/11/98 legalizou a utilização da película. Mas com ressalvas.

1 – O pára-brisas só pode ter a película numa pequena faixa na parte superior, numa espécie de degradê.

2 – Na área restante não é permitido o uso do insulfilm, pois é necessário manter 75% de visibilidade, que já é preenchida pela transparência do vidro verde que vem da fábrica.

3 – Já nas portas dianteiras pode-se escurecer 5% ou seja, 70% de transmissão de luminosidade.

4 – Nas portas traseiras e vidros traseiros , 50% de transmissão de luminosidade.

5 – A resolução obriga também que toda a película colada esteja acompanhada de uma marca d’ água que indique a transparência do filme.

6 – E, depois de colocada, a película, que – vale ressaltar – não protege o vidro em caso de colisões, requer poucos cuidados especiais: para sua limpeza, apenas uma flanela e produto neutro. E imediatamente depois da colocação, o vidro deve permanecer fechado por, no mínimo, 12 horas.

A dica é dada pela Abravauto (Associação Brasileira de Revendedores de Vidros Automotivos), que alerta ainda o proprietário a procurar um prestador de serviço que ofereça garantia no produto, já que, no mercado, existem muitas versões falsificadas, que se soltam ou descolorem facilmente.

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