História Peugeot: Novas conquistas, novos caminhos

Década de 1970

O 304 ganhou, em 1970, as versões Coupe e Cabriolet, além do Break. O 504 também passa a ser disponível na versão a diesel e a linha recebe os reforços das versões Break e Picape. Nasce ainda a PRV, Societé Franco-Suèdoise de Moteaurs, que envolve Peugeot, Renault e Volvo. O primeiro produto da empresa seria o V6 a gasolina denominado ZPJ. Em 1972, durante o Salão de Paris, a Peugeot revela o pequeno 104, o mais curto 4 portas do mundo, com seus 3,58 metros. Também desenhado por Pininfarina, tinha um estilo muito próximo do 404 e contava com motor de 954 cc e 50 cv, para um peso de cerca de 800 kg. Foi o primeiro lançamento simultâneo em toda a Europa.

Em 1973 é apresentado o Coupe 104 no Salão de Paris e a Peugeot se transforma em uma Sociedade Anônima. A marca de oito milhões de unidades produzidas é atingida. Em 1974 é lançado o 504 Coupe com motor V6 PRV e a Peugeot compra 38% do capital da Citroën. Em 1975 é apresentado o 604, também com motor V6 PRV. É construído um centro de pesquisa de emissões em Bavans.
Em 1976 a Peugeot se torna acionista majoritária da Citroën, com 90% das ações. Em setembro ocorre a fusão das empresas Peugeot e Citroën, que mantém suas identidades separadas. A Marca comemora a produção de um milhão de motores diesel da fábrica de Lille, antiga Indenor. E o 10 000 000° Peugeot sai das linhas de produção. No ano seguinte é criada a SMAE (Societé Mécanique Automobile de L’ést), em Trémery. Essa nova empresa é encarregada do desenvolvimento de caixas de câmbio e motores. Foram produzidos 1.618.800 veículos pelo grupo.

Em 1978 é adquirido o braço europeu da Chrysler, que envolve a Simca, Chrysler Espanha, Chrysler Inglesa (Sunbean) e as plantas de Poissy (França), Ryton (Inglaterra) e Villaverde (Espanha). Nesse mesmo ano é criada a Talbot, para substituir a marca Chrysler na Europa. Em 1979 é lançado o primeiro veículo europeu com motor turbodiesel, o 604. Em maio chega o 505, também desenhado pela Pininfarina, nas versões sedan e Break, com motores a injeção ou carburados.

Década de 1980

A nova década começa com a criação de três novas sociedades, a POE (Peugeot Outillage Electrique), SCIVAL (Societé Industrielle des Scies de Valentigney) e SCIFO (Societé Industrielle et Commerciale Française d’Outillage). No ano seguinte surge o veículo militar P4 e o 305 Série 2. Em 1983 é apresentado um dos maiores sucessos da Marca e que teve grande participação no desenvolvimento do grupo como um todo. Trata-se do 205, feito em Mulhouse, que teve mais de cinco milhões de unidades produzidas.

Já em 1984 surge o 205 GTi, pequeno, ágil e muito rápido. Um verdadeiro “Pocket Rocket” (foguete de bolso), como eram chamados os carros pequenos e com motores potentes nessa época. O 205 Elétrico também foi apresentado nesse ano. Em 1985 é apresentado o 309 (projeto C28), em Poissy. Em princípio deveria ser uma versão sedan do 205, mas ganhou vida própria, equipado com motor de origem Chrysler de ferro fundido. E vai ser um sucesso, com cerca de 800 mil unidades vendidas em seus três primeiros anos de produção. O 205 T16 sagra-se Campeão Mundial de Rallye. E a produção anual ficou na casa das 1.614.610 unidades.
No ano seguinte novamente a Peugeot sagra-se campeã mundial de rally, com o 205 Turbo 16.

A linha Talbot sai de linha e é anunciado um plano de investimento da ordem de 1,52 bilhão de euros (em valores atualizados) para a renovação da fábrica de Sochaux. Em 1987 também é lançado o 309 de três portas e têm inicio os trabalhos na fábrica de Sochaux, denominado Sochaux 2000. A produção do grupo beira os dois milhões de unidades e a Peugeot lança seu novo 405 em 10 versões diferentes, a gasolina e a diesel. Em 1988 surge o 405 T16 nos rallies e a marca vence pela segunda vez o Paris-Dakar. Surge o 405 em novas versões a diesel, com caixa automática e Break. E a Marca comemora 20 milhões de unidades produzidas.
Nesse mesmo ano é assinado um acordo com a Fiat para a produção de um monovolume e a Peugeot inaugura sua filial no Japão. Ainda num esforço de globalização de seus produtos, é assinado um acordo para com o grupo iraniano Khodro para a produção do 405 no Irã. A produção do grupo supera os dois milhões de unidades, com a marca de 2.103.700 veículos.

Em 1989 acontece mais uma vitória da Peugeot no Paris-Dakar, a terceira consecutiva de uma gloriosa série. Em fevereiro surge o 405 com tração nas quatro rodas e a linha confirma seu sucesso com a marca de meio milhão de unidades produzidas. O 605 é apresentado em Sochaux, para ser o novo topo de linha da Marca, com motor de quatro cilindros em linha e V6. O 309 GT i e o 309 turbodiesel são os mais novos integrantes dessa família. O 205 passa a ser feito no Uruguai e o grupo encerra o ano com 2.242.400 unidades produzidas.

 

Acompanhe… Em breve mais novidades sobre a história Peugeot!

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